domingo, outubro 29, 2006

Do you want to?


"...Doot-doo, doot-doot doo doo doo doo..."

quinta-feira, outubro 26, 2006

De Vorta


Pois é, as coisas vão e vem, nem tudo passa, mas muitas coisas se vão.
Brilho da Lua, eu adoro voce mew!!! Um beijo e tudo de bom.

terça-feira, outubro 03, 2006

Fruta Verde


Quero um lugar pra pedir socorro, alguém pra conversar sem ter que ouvir conselho.
Quero nascer de novo e não ser tão transparente tão exagerado, um pouco menos apaixonado.
Quero minhas aulas de mascaras e as de teatro também.
Desejo... desejo... melhor seria ser um idiota qualquer.

(Parece que agora chegou tudo num vazio... ou sempre foi)

segunda-feira, outubro 02, 2006

Ta Difícil...


Sem emprego e morando de favor, mas semana que vem isso acaba. Velhos conhecidos, agência diferente.

sábado, setembro 23, 2006

Ano de Eleição


Propaganda política via telefone ninguém merece.

Samba de Qualidade e Lembranças


Diferentemente de pagode, o samba de Benito Di Paula tem qualidade. Foi rotulado de brega e cantor comercial, mas é so ouvir e perceber a qualidade de suas musica, a colocação da voz, o piano e todo samba tradicional de fundo. Tenho ate coragem de dizer que sua voz tem um toque Rock. Ouvi Benito Di Paula a minha infância inteira com meu pai, que fazia seleção das musicas que iriam ser tocadas no Subacão, uma "danceteria" da qual ele era dono. Uma letra muito chorosa, que é seu estilo, mas cantada com muito sentimento. (não me matem, por favor)

Ah! Como Eu Amei

Composição: Benito Di Paula

O amor que eu tenho guardado no peito
Me faz ser alegre, sofrido e carente
AAAHHH!! Como eu amei

Eu sonho, sou verso,
sou terra, sou sol
sentimento aberto

AAAHHH!! Como eu amei
AAAHHH!! Eu caminhei
AAAHHH!! Nao entendi

Eu era feliz, era a vida
Minha espera acabou
Meu corpo cansado e eu mais velho
Meu sorriso sem graça chorou

AAAHHH!! Como eu amei
AAAHHH!! Eu caminhei

Tem dias que eu paro
Me lembro e choro,
Com medo eu reflito que
nao fui perfeito

AAAHHH!! Como eu amei

Eu sonho, sou verso,
sou terra, sou sol
sentimento aberto

AAAHHH!! Como eu amei
AAAHHH!! Eu caminhei
AAAHHH!! Nao entendi

Eu era feliz, era a vida
Minha espera acabou
Meu corpo cansado e eu mais velho
Meu sorriso sem graça chorou

AAAHHH!! Como eu amei
AAAHHH!! Eu caminhei

quinta-feira, setembro 21, 2006

Saida para Itatiaia - CBM - CAP Temporada 2006 - Turma Segundo Semestre



Antes de mais nada devo dizer que, não tenho a mínima idéia de quilometragem, localização de cidades, mal conheço os lugares por onde ando, então, nessas saídas do CBM do CAP tudo, tudo mesmo esta sendo novidade e um grande aprendizado para mim.

Estou ouvindo nesse momento a voz do Belo repetir... Anoraque, lanterna, pilha extra...

Saímos de SP as 22:00hs, em busca do desconhecido Hotel Fazenda Palmital na estradinha BR-354 no Km 11, no carro, eu, James, Emilene e, tinha mais alguém no carro? A Natália, entrou e dormiu, o que veríamos depois ser uma característica dela.

A viagem foi tranquila pela Dutra apesar dos muitos caminhões que de longe pareciam dançar na estrada. Uma última parada para um café e seguimos viagem.

A chegada no hotel Palmital foi tranquila. Chegamos e fomos dormir.

No dia seguinte, sábado, tomamos café e partimos rumo ao refúgio Rebouças que fica dentro do Parque Nacional do Itatiaia. Mais 11km para a garganta de Registro. A partir daqui são 13km de estrada de terra, ou melhor, de pedra, até a portaria do parque. Como estávamos em um Corsa 4x4 isso não foi problema. No parque não entra carro, então o Belo entupiu sua TR com as mochilas cargueiras e levou ate o refugio, caminho este que fizemos a pé em 30 ou 40 minutos numa estrada acidentada mas já com o visual de tudo o que seria o fim-de-semana.

O refúgio esta ate bem cuidado, precisa de melhorias, não tem banho quente, clima seco e muito frio, mas tinha cama para todo mundo e suítes para quem ronca ou para casais. Ficamos 20 minutos que foi o tempo de pegar a mochila de ataque a seguir pela trilha rumo ao pico das Agulhas Negras, sem antes perceber que por preocupação do Robles que ninguém ficasse perdido o Renato foi salvo, quase foi esquecido trancado no refugio e nem se quer seu grande amor se deu conta disso, mas pelo estilo do Renato ele sairia pelo telhado.

A trilha até a base é tranquila com uma flora bastante diversificada. O começo da escalaminhada tambem é basica, mas exige muita atenção. Paramos perto da pedra da coroa para explicação de localização e orientação o que foi uma aula primaria dos pontos cadeais e meridianos. É engraçado como essas coisas que a gente aprende na escola ainda ficam em nossas cabeças, mas não na de todos. Desse ponto avistamos as Agulhas Negras, as Prateleiras e o couto.

A via que seguimos para subir foi a normal, uma grande fenda na montanha de nível difícil e alguns testes psicológicos. Nessa subida não faltaram acontecimentos, Cid um homem desesperado por energia, primeiro vomitou, depois sentiu câimbras no "estomago", no peito, que se alastrou pelo corpo, mas foi guerreiro e seguiu seu caminho. Na minha frente estavam o Belo, James e Emilene, se não me engano. Eu fiz a via pelos caminhos padrões por assim dizer, me enfiei por buracos e travei por uns minutos na subida de uma rampa com apoio em uma fenda logo abaixo do joelho, mas foi tranquilo. Espero da próxima vez me "arriscar" como Belo que gosta de chaminé e tesoura, seguido por James que também gosta de se arriscar. Atras de mim vinham a Fernanda que fez algum comentário sobre bunda, e o resto do grupo.

Três horas depois a chegada ao cume foi eletrizante e emocionante. A 2791,55 metros de altura uma sensação de conquista, de poder pessoal e de ter invocado forças primitivas dentro da gente e superar obstáculos naturais e a força de uma grande montanha. A vista completa essas sensações. Lá de cima da para ver a Represa do Funil, a Serra Fina, a região de Visconde de Mauá, a vasta região do Vale do Paraíba, onde estão localizadas as cidades do eixo mais populoso
do Brasil, o eixo Rio-São Paulo, e o Rio Paraíba, do qual origina o nome do vale. Tivemos um almoço no pico acompanhados de um casal carioca e um grupo que chegou depois. Enquanto isso, Abdalla com sua magia de desaparecer e aparecer na sua frente, tanto nas trilhas como nas escaladas, apareceu no cume que chamam cume verdadeiro onde esta o livro de assinaturas de quem chegou lá. Ninguém do grupo se arriscou sem corda, mas o Abdalla é o Abdalla, dessa vez na versão sem barba.

Todos satisfeitos é hora de descer. Pegamos a via Pontão Ricardo Gonçalves e de cara um lance de salto ou desescalar. O Belo pulou, um salto que eu diria perfeito para não torcer o pé, fiquei na dúvida de novo, mas a Paula me deu uma força, disse que se eu estivesse com duvida era melhor desescalar. Aceitei seu conselho e não pulei, desci sem maiores problemas. Ela e o Renato também pularam e o resto desescalou. A descida daqui para frente foi tranquila mas exigindo muita atenção e força. Chico, com sua aparência de galã de novela, cabelos esvoaçantes, cigarros e I-pod (isso nas horas vagas) fez toda a descida com os dois Chico? joelhos arrebentados o que lhe rendeu algumas brincadeiras de escorregador assim como o Cid fez o teste de durabilidade de suas calças nessa "brincadeira".

Nesse ponto o Abdalla montou um rapel o que animou a Cris a pegar no ponto mais curto do seu auto-seguro, conseqüentemente o Abdalla ficou muito feliz e com olhar de esperança. Vale lembrar que o Abdalla questionou o porque a Cris queria pegar seu auto-seguro, a Cris respondeu com um gargalhada o que não deixa de ser um convite ao prazer. Depois desse ponto guiamos pela trilha encontrando facilmente o restante do grupo.

A chegada no refúgio foi reconfortante, banho geladíssimo, baby wipes para os covardes e claro, janta!!! Que começou a ser feita porque a Fernanda me parece nervosa quando fica com fome. O jantar merecia um relato a parte, começando pelo jantar antropofágico do Belo e do Abdalla, Mezcal com verme, Taco, vinho, chocolate, coca-cola, biscoito com geléia de pimenta, já a Cris preferiu Cup Noodles assim como o Cid que aproveitou tambem um molho de salsicha, eu, James e Emilene preferimos sopa de cebola de entrada, miojo, vinho e chá silvestre. Renato e Fernanda risoto, macarrão com salsicha, cada pratada que da gosto. O Chico não levou comida e também não aceitou comida de ninguém e acabou com alguns lanches do Cid. A Natália e Robles comeram macarrão, papinha de criança (Natália), sopa, vinho e mezcal e a Paula acho que comeu e bebeu de tudo também. Uma festa, muita gargalhada e muitas histórias e tiração de sarro tudo orquestrado pelo Belo que dorme falando e acorda falando.

Fomos dormir as 8:30 acho, colocaram o Chico para roncar em uma suíte, mas não adiantou porque o Robles também suspira. A Paula subiu no beliche de joelhos porque ela deu uma torcida no pé lá naquele lance que segui seu conselho e não pulei, valeu Paula. Pela manha um mosquetão para quem adivinhar de quem é a primeira voz a ecoar no refúgio... Todos acordaram, meio perdidos ou zonzos de tanto dormir. O James sugeriu uma turma da tarde para não ter que acordar cedo. O café foi tranquilo, muito frio e névoa, e lá fomos nós de novo para a trilha, dessa vez rumo as Prateleiras. A subida até a base é tranquila, mas uma surpresa, na base da montanha a chuva começou e a escalada teve que ser cancelada. Uma frustração. Retornamos ao refúgio e arrumamos as mochilas. Combinamos de comer truta na beira da estrada.

A chegada nos carros tambem foi uma surpresa, o carro do CId precisou de uma chupeta o que os mais experientes nao hesitaram em fazer, ja o carro do James estava com um pneu furado que não foi problema para Mr. Abdalla. Tudo certo fomos embora, o Belo passou por nos e explicou o caminho das trutas, minutos depois o carro do Belo volta, para do nosso lado e com a velha perocupação do Robles perguntam sobre a Natália que estava no banco de trás dormindo nas mochilas e não foi vista. Agora sim, tudo certo, podemos ir almoçar.

Fomos os ultimos a achegar no restaurante, ja tinha rolado algumas caipirinhas e cervejas. Fizemos o pedido e em meio ao almoço relembramos os acontecimentos e demos muita risada com as palhaçadas do Belo, duas delas:

- Nos ensinar a limpar a bunda so com um picote (quadrado) do papel higienico
- Perguntar para o garçom se o cafe de coador era mais forte (essa completada pela Emilene dizendo que quem sabia era a mãe do rapaz), sem comentario.

Nos despedimos e seguimos viagem de volta para SP, agora ansiosos com a saida para a Pedra do Baú e outra para não ficar devendo, voltar as Prateleiras.

Parque Nacional do Itatiaia

Agulhas Negras

CAP - Clube Alpino Paulista

terça-feira, setembro 19, 2006

Móveis Coloniais de Acaju


Sim, esse é o nome da banda que a Talita me apresentou ontem. Sensacional, inteligente e bem-humorada, Móveis não tem a pretensão "cabeça" de misturar vários estilos de música. A "feijoada búlgara", como foi definida, é singular e bem tocada. Suas letras, pra lá de sensíveis, a princípio parecem banais, mas que aos poucos vão mostrando sua profundidade na voz grave de André Gonzáles.

Site Oficial.

Trama.

Copacabana - Leonardo Bursztyn

Por você aprenderia
Esperanto e traria
Gorbatchev para uma série de palestras
Na casa da minha tia
Onde todos beberíamos chá
Na cada da minha tia
Fofocando sobre a Perestroika

Por você escreveria
Um livro sobre o insólito
Um almanaque simples, óbvio
Guia completo do amor
Uma enciclopédia do utópico
Um dicionário do amor

E em cada verbete
Um singelo lembrete:
“Em sua companhia quero estar”
Quero te ver de corpete
Te guiar num Corvette
E seguir sem destino pra chegar

Minha intuição não me engana
Você faz ser tão Copacabana
E o inferno lembrar
Fim de semana

Por você a Babilônia
Seria ali na esquina
E o Mar Mediterrâneo, uma mísera piscina
Cercada de cerca viva
Isolando nosso condomínio
Cercada e bem protegida
Pros Paparazzi não poderem olhar

Por você lecionaria
Iôga, Tai-Chi, terapia
Se a fizesse feliz e distendida
Buscaria em shopping centers
O elixir do Marajá
Comeria perdiz e ananás
Se estivesse prestes a te beijar

E em cada verbete
Um singelo lembrete:
“Em sua companhia quero estar”
Quero te ver de corpete
Te guiar num Corvette
E fugir sem destino pra chegar

Minha intuição não me engana
Você faz ser tão Copacabana
E o inferno lembrar
Fim de semana

quarta-feira, setembro 13, 2006

Quem sou eu


Em certas situações nos mostramos. Vem a tona tudo aquilo que se esconde, isso tudo é sabido desde muito tempo, mas ainda assim me surpreendo. Acho que, dando uma de choramingas, as vezes a gente precisa, poderia dizer que a frase que me cabe nesse momento é, "eu nasci para perder". É interessante perceber que os ciclos da vida se repetem e cabe a nos mudar esse ciclo, esse circulo essa teia. Mudar o pensamento e consecutivamente o comportamento para que esses ciclos desapareçam para surgirem outros onde você também pode escolher se quer viver isso ou aquilo. O que importa mesmo nisso tudo é o coração. Nesse caminho não tem dormência não tem engano. No caminho vermelho do coração você só pode ser você, ninguém pode ser responsabilizado porque o caminho do coração só é o caminho do coração quando é de coração e o coração não tem limites, é incondicional. Então o que posso perder?

terça-feira, agosto 29, 2006

...


segunda-feira, agosto 28, 2006

Surpresa


Na quarta-feira ganhei o melhor presente de aniversário de toda minha vida. Já estava acreditando que ela fosse só um sonho, que ela não existia, mas não, ELA EXISTE!!! Toda a força disso que eu sinto por ela não foi em vão, não que isso me de alguma esperança, mas é muito bom, muito bom mesmo, gostar de alguém, mesmo sem ser correspondido. O amor é a única fonte em que não se precisa jogar moedas.

terça-feira, agosto 22, 2006

Segredo


Brilho da Lua, ninguém, mas ninguém mesmo sabe quem é você, só eu, e imagino que você saiba que te chamo assim por aqui.
bejo!

Na onda


Respirando pra mergulhar de novo. Essa semana muitas mudanças e acontecimentos diferentes, uma delas é a espeleologia.

quinta-feira, agosto 10, 2006

Quem é...


a atriz que fez o curta-metragem Tapa na Pantera? Um ícone.

Maria Alice Monteiro de Campos Vergueiro (São Paulo SP 1935). Atriz. Presença vigorosa, dotada de forte carisma cênico, Maria Alice Vergueiro imprime às grandes personagens que interpreta um inegável toque de pessoalidade.

Embora tendo estreado profissionalmente em A Mandrágora, montagem do Teatro de Arena, dirigida por Augusto Boal, em 1962, Maria Alice Vergueiro permanece professora de arte-educação até 1971, quando se liga ao reestruturado Teatro Oficina. Faz, em 1972, Gracias, Señor e, no ano seguinte, o filme O Rei da Vela. Com Luis Antônio Martinez Corrêa participa de O Casamento do Pequeno Burguês, de Bertolt Brecht, em 1973, apresentada no Festival de Nancy. Uma viagem a Portugal leva-a a ministrar aulas na Fundação Calouste Gulbenkian e a participar da encenação de Galileu Galilei, encenada por José Celso Martinez Corrêa no exílio, em 1975.

Desligada da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, ECA/USP, junta-se a dois de seus ex-alunos, Luiz Roberto Galízia e Cacá Rosset, para fundar o Teatro do Ornitorrinco, cuja primeira produção é Os Mais Fortes, baseado em August Strindberg, em 1977, apresentado quase clandestinamente nos porões do Teatro Oficina, rendendo-lhe seu primeiro Prêmio Molière como intérprete.

Seguem-se Ornitorrinco Canta Brecht e Weill, no mesmo ano; A Ópera do Malandro, de Chico Buarque, encenação de Luis Antônio Martinez Corrêa, em 1978; O Percevejo, em 1981; O Lírio do Inferno, um novo show de cabaré também levado a Portugal. Em 1985 interpreta com destaque O Gosto da Própria Carne, de Albert Innaurato, direção de Roberto Lage. Em 1986 está em Katastrophé, reunião de quatro peças curtas de Samuel Beckett, com direção de Rubens Rusche, que lhe rende uma série de elogios, dentre eles, este comentário da crítica Mariângela Alves de Lima: "Através do desempenho de Maria Alice Vergueiro torna-se evidente que o teatro de Beckett, apesar de sua obsessão pelos detalhes visuais do espetáculo, depende sobretudo da emissão do texto. Com uma pronúncia impecável e dotada de uma voz que muda harmoniosamente de registro, a atriz aprofunda a conotação de cada palavra. O sentido do texto não é óbvio, mas é eminente, porque carregado de tensão. Percebe-se rodeando essas falas como um desejo ou como uma ameaça, um mundo sustentado pelas virtudes teologais. Recriados por uma atriz que domina a cadência, a tonalidade e o significado das palavras, os textos de Beckett adquirem a sua estatura ideal: são palavras para o palco e não para o papel".1

Com Gerald Thomas brilha em Eletra Com Creta, em 1986, sendo premiada pela APCA. Em 1989, dedica-se a O Doente Imaginário, nova criação com o Ornitorrinco. Dirige e atua em Dom Pirlimplim com Belisa em seu Jardim, de Federico García Lorca, 1992, apresentado em diversos festivais internacionais. Em 1995 volta à direção com Quíntuplos, de Luis Rafael Sanches, e atua na Comédia dos Erros, novo sucesso do Ornitorrinco. Uma interpretação muito premiada surge em 1996, com No Alvo, de Thomas Bernhard. Dois anos depois está, mais uma vez com o Ornitorrinco, em O Avarento, de Molière, encenação de Cacá Rosset. Uma experiência na Bahia dá-se em Fausto, encenação de Carmen Paternostro, espetáculo comemorativo dos 250 anos de Goethe, em 1999. Voltando à cena, em 2002, interpreta Mãe Coragem e Seus Filhos, de Bertolt Brecht, com direção de Sérgio Ferrara.

No cinema, a atriz integra o elenco de algumas significativas realizações, como Maldita Coincidência e Romance, de Sérgio Bianchi, Perfume de Gardênia, de Guilherme de Almeida Prado; Urubus e Papagaios, de José Joffilli Filho, e A Grande Noitada, de Denoy de Oliveira.

Falando sobre seu trabalho em Katastrophé, o professor Alfredo Mesquita anota: "Espantosa, também, a interpretação de Maria Alice Vergueiro, há muito especializada no chamado teatro moderno, atriz inexplicavelmente mantida em isolamento - ia dizer escanteio - no teatro nacional, ostracismo de que o atual trabalho não pode deixar de tirá-la, dando-lhe o lugar proeminente a que faz jus. (...) Grande atriz, não digo nascente, mas há muito existente, na penumbra porém, surgida agora das sombras beckettianas para se impor definitivamente ante o público conhecedor".2

Notas

1. LIMA, Mariângela Alves de. Ardente, dolorida! O Estado de S. Paulo, São Paulo, p. 4, 16 maio 1986.

2. MESQUITA, Alfredo: Fedra, Katastrophé: excelentes. O Estado de S. Paulo, São Paulo, 1986.

fonte: Enciclopédia Itaú Cultural.

Entrevista no Terra.

terça-feira, agosto 08, 2006

Tapa na Pantera


Curiosidade


Gostaria muito de saber das impossibilidades de um presidente, de um governador. Quem é esse deus? Demônio? A impossibilidade dita é disfarce? Quem é esse ser? O impossível...

sábado, julho 29, 2006

...


"Nos outros eu sei
Onde se abriga o coração:
- É no peito.
Em mim
A anatomia ficou louca
- Eu sou todo coração."

Maiakovsky

sexta-feira, julho 28, 2006

Montanha Russa


Esse é o nome ideal para os dias que se passaram. Nunca tive tantos picos de emoções e afazeres diferentes num mesmo dia, ou semana. Desde de pintura de parede a gerenciamento de projetos web, foi uma semana de cão no bom sentido, dependendo do ponto de vista.

terça-feira, julho 11, 2006

...