..antes que a razão chegue
Voa, coração
a minha força te conduz
que o sol de um novo amor em breve vai brilhar
Vara a escuridão, vai onde a noite esconde a luz
Clareia seu caminho e acende seu olhar
Vai onde a aurora mora e acorda um lindo dia
colhe a mais bela flor que alguém já viu nascer
e não se esqueça de trazer força e magia,
o sonho e a fantasia, e a alegria de viver
Voa, coração
que ele não deve demorar
e tanta coisa a mais quero lhe oferecer
O brilho da paixão, pede a uma estrela pra emprestar
e traga junto a fé num novo amanhecer
Convida as luas cheia, minguante e crescente
e de onde se planta a paz,
da paz quero a raiz
E uma casinha lá onde mora o sol poente
pra finalmente a gente simplesmente ser feliz
Toquinho
sábado, novembro 12, 2005
Eu Não Canso de Acreditar
Você que não me conhece pode me esnobar, me ignorar e ate ter dó de mim.
Mas eu nao desisto, isso tudo é so uma conclusão pessoal.
O todo, é outra coisa.
O Sal da Terra
Beto Guedes
Composição: Beto Guedes/Ronaldo Bastos
Anda, quero te dizer nenhum segredo
Falo desse chão, da nossa casa, vem que tá na hora de arrumar
Tempo, quero viver mais duzentos anos
Quero não ferir meu semelhante, nem por isso quero me ferir
Vamos precisar de todo mundo prá banir do mundo a opressão
Para construir a vida nova vamos precisar de muito amor
A felicidade mora ao lado e quem não é tolo pode ver
A paz na Terra, amor, o pé na terra
A paz na Terra, amor, o sal da...
Terra, és o mais bonito dos planetas
Tão te maltratando por dinheiro, tu que és a nave nossa irmã
Canta, leva tua vida em harmonia
E nos alimenta com teus frutos, tu que és do homem a maçã
Vamos precisar de todo mundo, um mais um é sempre mais que dois
Prá melhor juntar as nossas forças é só repartir melhor o pão
Recriar o paraíso agora para merecer quem vem depois
Deixa nascer o amor
Deixa fluir o amor
Deixa crescer o amor
Deixa viver o amor
sexta-feira, novembro 11, 2005
quinta-feira, novembro 10, 2005
quarta-feira, novembro 09, 2005
Terror, Trash e Romântico

O Abominável Dr. Phibes (The Abominable Dr. Phibes, ING, 1971) 91minutos
Direção: Robert Fuest
Roteiro: James Whiton e William Goldstein
Produção: Louis M. Heyward e Ron Dunas
Produção Executiva: Samuel Z. Arkoff e James H. Nicholson
Música: Basil Kirchin
Fotografia: Norman Warwick
Maquiagem: Trevor Cole-Rees
Efeitos Especiais: George Blackwell
Edição: Tristam Cones
Direção de Arte: Bernard Reeves
Elenco: Vincent Price (Dr. Anton Phibes), Joseph Cotten (Dr. Vesalius), Peter Jeffrey (Inspetor Trout), Hugh Griffith (Rabbi), Terry-Thomas (Dr. Longstreet), Virginia North (Vulnavia), Caroline Munro (Victoria Phibes), Aubrey Woods (Goldsmith), Susan Travers (Enfermeira Allen); David Hutcheson (Dr. Hedgepath); Edward Burnham (Dr. Dunwoody); Alex Scott (Dr. Hargreaves); Peter Gilmore (Dr. Kitaj); Sean Bury (Lem Vesalius).
Estava ouvindo Tocatta And Fugue In D Minor do Bach e o começo da música me lembrou esse filme sensacional com Vincent Price, acho que um dos personagens mais marcantes dele.
Dirigido em 1971 por Robert Fuest e com produção inglesa da American International Pictures, "O Abominável Dr. Phibes", é um típico exemplo do estilo "camp", com visual e cenários muito coloridos e estética brega, porém um clássico absoluto do humor negro em sua essência.
O Dr. Phibes, deformado em um acidente e dado como morto, planeja uma maquiavélica vingança contra a equipe de cirurgiões que ele acusa de falharem em salvar a sua esposa Victoria, na mesa de operações. Auxiliado por uma bela, misteriosa e silenciosa jovem, Vulnavia (Virginia North), ele executa todos com muita arte e engenhosidade, inspirando-se nas históricas dez pragas de Deus contra um faraó egípcio. Os assassinatos calculados despertaram a atenção da polícia que em vão fica em seu encalço tentando impedí-lo.
Desfigurado pelo acidente, Dr. Phibes transformou-se numa criatura hedionda que utilizava uma máscara com suas antigas feições e falava através de um gramofone plugado a sua garganta que alterava seu tom de voz para algo bem gutural. E é através desse orifício que ele também ingeria seus alimentos.
fonte
Debate
Ontem o debate no Espaço Unibanco foi para cinéfilo nenhum botar defeito. Beto Brant é um cara super bem humorado e irônico ate as tampas. Martelou sem piedade com seu sorriso sarcástico, Spielberg e Walter Salles. Falou que não "recomenda" Bergman para menores de vinte anos. Ele próprio assistiu aos dezenove e quase enlouqueceu. Disse que não gosta de fazer filmes com tudo certinho, tem a pegada do Pasolini de usar pessoas que não são atores em seu elenco, gosta de câmera na cara e só assiste aquilo que interessa "é como na literatura, você não lê um livro só pra dizer que leu, você lê porque o assunto interessa". Viajou entre Pasolini e Glauber Rocha e outros diretores que nunca ouvi falar. Um cara cheio de idéias e energia, o tempo todo brincando de ficar em um pé só com a cadeira. Uma aula de cinema em quarenta minutos. Pena o debate ser muito tarde, senão seriam horas de conversa.
terça-feira, novembro 08, 2005
Sessão Cineclube
Hoje tem debate com Beto Brant sobre o filme As Mil e Uma Noites com mediação do crítico Sérgio Rizzo. É la no Expeço Unibanco de Cinema, a entrada é franca.
Fantástico II
So fui ouvir The Arcade Fire porque a Talita falou que era legal. Ela viu os caras ao vivo e me disse que era demais. Ja a La Señorita M gosta de ouvir em seu estado crítico de deprê Crown of Love que tem uma letra super bacana. Eu ainda não tenho uma preferida do cd, mas essa e a Rebellion (Lies) é as que mais gosto.
Crown Of Love
The Arcade Fire
They say it fades if you let it,
love was made to forget it.
I carved your name across my eyelids,
you pray for rain I pray for blindness.
If you still want me, please forgive me,
the crown of love has fallen from me.
If you still want me, please forgive me,
because the spark is not within me.
I snuffed it out before my mom walked in my bedroom.
The only thing that you keep changin’
is your name, my love keeps growin’
still the same, just like a cancer,
and you won’t give me a straight answer!
If you still want me, please forgive me,
the crown of love has fallen from me.
If you still want me please forgive me
because your hands are not upon me.
I shrugged them off before my mom walked in my bedroom.
The pains of love, and they keep growin’,
in my heart there’s flowers growin’
on the grave of our old love,
since you gave me a straight answer.
If you still want me, please forgive me,
the crown of love is not upon me
If you still want me, please forgive me,
cause this crown is not within me.
it’s not within me, it’s not within me.
You gotta be the one,
you gotta be the way,
your name is the only word that I can say.
You gotta be the one,
you gotta be the way,
your name is the only word,
the only word that I can say!
Para quem quiser, vai aqui ó que tem tudo traduzido.
Intimo


Sei la porque as vezes eu gostaria de ter essas "coisas inúteis". Acho que é a simplicidade do desenho. É pra bater no coração.
Loja do Lar.
Mascote

Surpresas do dia-a-dia: em plena Vila Maria (ZN - SP) um urubu entrou debaixo do ônibus. Da pra acreditar? Agora o 701-A Vila Madalena - Pq Edu Chaves tem um mascote. E que mascote, enquanto todo mundo preocupado pra tirar o bicho de la ele simplesmente saiu do outro lado do ônibus e voou, como que dizendo, "fui..."
GLS
Festival Mix Brasil começa nesta quinta em SP com 200 produções audiovisuais.
Um que me chamou a atenção é esse longa em destaque "Curva" (Gypo), de Jan Dunn.
No ano em que se celebra 10 anos do manifesto lançado por Lars von Trier e Thomas Vintenberg durante o Festival de Cannes, Jan Dunn traz às telas a primeira produção britânica feita sobre os preceitos do Dogma 95 e o primeiro filme do gênero com temática lésbica. Curva (a mais ofensiva expressão utilizada entre ciganos no Brasil para denominar prostituta) narra a desintegração de uma família operária inglesa quando a mãe de uma adolescente se envolve com uma jovem cigana refugiada da Romênia que espera por um passaporte britânico e pela chance de ser livre. O filme aborda de forma contundente temas importantes e atuais como a tensão racial na Europa, a re-descoberta da sexualidade depois dos 40, a gravidez na adolescência, mostrando ainda como o medo e o sensacionalismo da imprensa podem perpetuar o preconceito.
Em São Paulo, o festival acontece no Centro Cultural Banco do Brasil, no Espaço Unibanco, no Instituto Tomie Ohtake, na Galeria Olido, no Galpão House of Erika Palomino, no Cinusp, no Cinesesc e conta ainda com exibições gratuitas no Parque Ibirapuera, na Biblioteca Monteiro Lobato e em duas unidades dos CEUs. Confira a programação completa no Mix Brasil.
segunda-feira, novembro 07, 2005
Fantástico!

Um dos melhores cds que ouvi esse ano. "Funeral" (The Arcade Fire) ultrapassa estilos e aterroriza com seu romantismo sombrio resistente a tudo. Qualquer um pode se surpreender.
So pra deixar no gostinho.
Rebellion (Lies)
The Arcade Fire
Sleeping is giving in,
no matter what the time is.
Sleeping is giving in,
so lift those heavy eyelids.
People say that you'll die
faster than without water.
But we know it's just a lie,
scare your son, scare your daughter.
People say that your dreams
are the only things that save ya.
Come on baby in our dreams,
we can live our misbehavior.
Every time you close your eyes
Lies, Lies!
People try and hide the night
underneath the covers.
People try and hide the light
underneath the covers.
Come on hide your lovers
underneath the covers,
come on hide your lovers
underneath the covers.
Hidin' from your brothers
underneath the covers,
come on hide your lovers
underneath the covers.
People say that you'll die
faster than without water,
but we know it's just a lie,
scare your son, scare your daughter.
Scare your son, scare your daughter.
Now here's the sun, it's alright! (Lies!)
Now here's the moon, it's alright! (Lies!)
Now here's the sun, it's alright! (Lies!)
Now here's the moon it's alright (Lies!)
But every time you close your eyes. (Lies!)
sábado, novembro 05, 2005
Made in Brasil
Acabei de ver la na Talita que o filme Cinema, Aspirinas e Urubus, venceu a 29ª Mostra de SP. É a primeira vez que um filme brasileiro é escolhido pelo júri internacional como o melhor do evento.
Esse filme merece mesmo. É um filme maravilhoso e imperdivel. Tem la tambem a lista de outros vencedores.
sexta-feira, novembro 04, 2005
A Flauta

Kung Fu foi o unico seriado que assisti boa parte. O canal Retro passa todas as séries de todos os tempos, inclusive essa. Tem Tarzan (1966/68), Os Gatões (The Dukes of Hazzard) (1979/85), Police Woman (1974/78), Viagem Fantástica (The Fantastic Journey) (1977), O Homem do Fundo do Mar (The Man from Atlantis) (1977/78), Diff’rent Strokes (1978/86), Flash Gordon (1940) e vários outros. E detalhe, tudo legendado.
Mas o que eu queria falar mesmo é que no episódio de ontem, Caine (David Carradine) estava com sua flauta que mais tarde apareceria em Kill Bill com a personagem Bill interpretado pelo próprio Carradine. Todo mundo sabe que Tarantino usou várias referencias em Kill Bill, mas essa é a que mais gosto.
Participe
Escrevi essa "poesia" para tentar ganhar um voodoo do bem (um beijo Denise).
O que acabei escrevendo não é nenhuma ficção, é o meu verdadeiro estado nos últimos meses. Sem pretensão nenhuma de poeta mesmo pq me falta métrica.
Vestido de Você
A paixão é pesada
é surda
é leve, muda.
A paixão é surreal, experimental
sem tinta nem tela
lápis ou aquarela.
A paixão é o lado
é o oposto
do significado.
A paixão é nada
é tudo
de dentro pra fora do peito.
A paixão é ventania
é redemoinho,
entra pelas narinas sai nos ouvidos.
A paixão é queda
é cura
é intensa loucura.
A paixão é aço
é terra
da lua que flutua.
A paixão é resposta
é pergunta
não é isso nem aquilo.
A paixão é...
quinta-feira, novembro 03, 2005
terça-feira, novembro 01, 2005
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